Mini System Panasonic SC-UA7: som bom e alto

Se você procura um sistema completo de áudio para virar o seu faz tudo de casa, o mini system Panasonic SC-UA7 é uma excelente opção tanto por conta da qualidade, quantidade de entradas e claro, pela beleza. Agora, será que ela serve para você e vale a pena?

Design

Acho que a primeira coisa que você irá perceber do mini system Panasonic SC-UA7 é o seu tamanho. Essa caixa tem quase 75 centímetros e mesmo assim consegue se camuflar na sua sala ou em qualquer outro lugar por ter um design bastante clean.

Olhando de cima, ela é um hexágono com grande parte em preto e um pouco de luzes e cores em azul. Para manter a sobriedade e o efeito meais clean, o aparelho quase não tem botões. Apenas o botão de ligar e desligar é realmente um botão.

Todo o resto é tem uma interface por toque e três círculos iluminados que definem tudo no aparelho com ajuda de um display desses que lembra som de carro.

Qualidade de som

A potência de 1400 watts RMS é dividida por oito falantes que ficam da metade pra cima do UA7, que fazem os médios e agudos tanto pra frente quando para os lados do aparelho.

São 4 tweeters de 6 centímetros e 4 woofers de 8 centímetros. Embaixo, temos como a empresa gosta de chamar: dois “superwoofers” de 16 centímetros, um apontado pra trás e outro pra frente, onde também existem cavidades para dispersar o som. Todo esse design de prédio da Berrini com várias faces serve para melhorar o som ao redor do equipamento, e sinceramente, existe mesmo o tal de 180 graus que propuseram.

Essa caixa aqui não só é mais alta que a UA3, sua irmã mais nova e mais portátil, como também entrega um som muito mais definido e com um punch que ressalta a bateria ou a batida, coisa que realmente só é possível com falantes maiores e de melhor qualidade.

Para tentar dar mais informações, eu geralmente parei no volume 20 no dia a dia e com uns 30-35 já estava bem incômodo, mas ela ainda chega em 50.

Diferente da UA3 onde você sentia distorção no som em volumes mais altos, a UA7 mantém melhor a qualidade do áudio. Um dos benefícios de equipamentos mais caros.

Ele não só entrega melhor som como se mantém assim em um volume mais alto.

Eu usei o aparelho tanto para ouvir música na sala como para se transformar em uma central de som para minha TV.

Apesar do som ser em 180 graus, como a empresa cita, se você colocar ele de algum lado da TV, ainda perceber o som vindo apenas de um lado. Nesse caso um home theater ou uma soundbar ainda são a melhor solução.

Se você for levar as “caixinhas” para outro lugar, então é nisso que esse mini system ganha.

A qualidade dos graves dá uma presença melhor pra sua TV e a opção de usar o som da caixa em paralelo pode compensar um pouco a fonte única de som. É quase como um upgrade pra TV, apesar de não ser ideal.

Conectividade e funções

Se você quiser dar uma festa, o interessante desse modelo é o número de possibilidades, que você tem tanto para se conectar com ele, como para conectar com outras caixas.

Temos uma entrada P2 que é a segunda auxiliar (a primeira fica na traseira), duas entradas USB (uma que só reproduz e outra que reproduz e grava o que está sendo tocado, exceto quando está conectado pelo Bluetooth ou entra ótica).

Essa função de gravar é legal por conta da próxima conexão, que permite conectar um microfone para cantar em cima da música. É o que eles chamam de “karaoke jukebox”, e o funcionamento é bem bacana mesmo.

Uma dica é que se você quer fazer isso, compre um microfone melhor porque não tem caixa que segure um microfone ruim que fica chiando, estalando e tudo mais. Vale a pena investir se você gosta, afinal ele não vem na caixa.

Na traseira nós temos uma entrada para antena de rádio, entrada ótica, uma saída para ligar mais caixas (em paralelo e sem atraso), além de uma entrada de áudio externo, que é por onde eu fiz o esquema de ligar a TV.

Com o mesmo cabo, que do outro lado é p2, eu poderia ligar também meu celular já que eu sou um cara que gosta de conexões físicas, mas a melhor opção mesmo é parear via Bluetooth e tocar qualquer coisa.

Você pode ter uma experiência mais completa usando o aplicativo Panasonic MAX Juke, que permite enviar até 4GB de arquivos para a própria caixa – que tem espaço interno – e ir controlando as músicas.

Com esse aplicativo, dá para controlar tanto as músicas que estão dentro da caixa como as que estão nos pen drives conectados ao aparelho, facilitando o uso.

Outros modelos utilizam esse mesmo aplicativo, mas ter espaço interno é novidade dentro da linha de mini system da Panasonic.

Acho que para fechar vale falar sobre as equalizações. Já tem um monte de coisa pré definida e para cada uma das frequências graves, médias e agudas. São 12 níveis de personalização.

Dá para ativar o surround e o D.Bass que faz bastante diferença. Eu não gostei muito dos presets e demorei um pouco para entender bem como o equipamento respondia às alterações, mas no fim consegui achar uma equalização boa pras minhas musicas de metal progressivo.

Conclusão

No geral minha experiência nesse último mês com esse equipamento foi muito legal. Ele tem potência suficiente para qualquer churrasco que eu fiz até agora.

Tem conexão para os mais variados usos, dá para parear uma segunda caixa com a saída auxiliar e a qualidade do som me impressionou de forma positiva.

Apesar de pesar uns 14 quilos, ainda é relativamente fácil transportar de um cômodo pra outro, ligar aqui, ligar ali, colocar no carro e tudo mais.

Pelo preço, eu acho que esse é o mini system mais estiloso, mas para tirar o máximo proveito é bom você gostar de qualidade e batida no seu som e dar umas festas para passar dos volumes mais baixos.

8.5 Total Score
Panasonic SC-UA7 (SC-UA7LB-K)

Um design bacana com boas opções de conectivadade fazem do SC-UA7 um mini system atrativo e a qualidade do som só facilita a decisão de quem precisa atingir um volume alto.

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